A VERDADE DO QUE SE PASSOU E AINDA SE ESTÁ PASSAR NO MAIOR BANCO PRIVADO PORTUGUÊS! "MILHARES DE PESSOAS DESTRUÍDAS E EXTORQUIADAS DE SUAS CONTAS E DOS SEUS BENS PELO BCP (CAMPANHA ACCIONISTA MILLENNIUM BCP E OUTRAS SITUAÇÕES GRAVES)..."

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Comissão de trabalhadores pede acção contra administradores que lesaram o BCP

A Comissão de Trabalhadores do BCP quer que o conselho de administração executivo do banco liderado por Carlos Santos Ferreira, colabore com as autoridades e actue “contra aqueles que se venha a confirmar terem lesado o banco”.
Esta posição foi defendida num comunicado emitido por aquele órgão represente dos trabalhadores do banco, emitido esta semana e a que o Negócios teve acesso.
A Comissão de Trabalhadores do BCP, que sempre optou por uma postura reservada em relação a este assunto, quebrou agora o silêncio para se pronunciar em relação às notícias vindas a público sobre as notificações de acusação contra-ordenacionais movidas contra antigos administradores e o Banco.
Recorde-se que o Banco de Portugal decidiu acusar três antigos presidentes do Banco Comercial Português, quatro ex-administradores e dois directores da instituição ainda em funções na sequência das investigações realizadas às irregularidades cometidas por anteriores administrações.
Também o próprio BCP é acusado pelo supervisor.
Jorge Jardim Gonçalves, Filipe Pinhal e Paulo Teixeira Pinto são os antigos líderes da instituição visados. Christopher de Beck, António Rodrigues, Alípio Dias e António Castro Henriques são os antigos gestores acusados.
Estão ainda na lista do Banco de Portugal (BdP) dois altos quadros do BCP que permanecem em funções: Luís Gomes, chefe de gabinete do presidente do conselho geral e de supervisão, e Filipe Abecassis, que desempenha funções no centro corporativo do banco.
A Comissão de Trabalhadores, ainda não se quer pronunciar em definitivo sobre este assunto, “em virtude de ainda não ter sido proferida decisão final do processo e por isso não ter transitado em julgado”.
Mas diz esperar do Conselho Administração Executivo “não só a cooperação com as autoridades, mas também a actuação do mesmo contra aqueles que se venha a confirmar terem lesado o Banco”, lê-se no comunicado.
“A Comissão de Trabalhadores manifesta total confiança na Instituição, destacando o profissionalismo dos seus trabalhadores.
Consequentemente, tudo fará para preservar e defender o bom nome do banco, os direitos dos trabalhadores e a estabilidade dos postos de trabalho, que de modo algum podem estar sujeitos às consequências decorrentes de presumíveis actos infraccionais a que aqueles foram completamente alheios, acrescentam os responsáveis dos trabalhadores.

Comentário:
Deve haver muitos aprendizes de feiticeiro no Banco!
Não se entende totalmente o que se passa no Millennium BCP, mas percebe-se bem a tentativa desta Administração em ocultar a anterior pelos seguintes sinais!
- Não desencadeou nenhuma medida judicial cautelar relativamente ao património dos antigos administradores (ao contrário por exemplo do que está a ser feito no BPN/SLN), como ainda o que é verdadeiramente escandaloso é que está a pagar a sua defesa jurídica.
- Pagou largos milhões de euros a Francisco Lacerda, António Rodrigues e Castro Henriques- jamais o deveria ter feito, devia aguardar o terminus das investigações para pagar fosse o que fosse , até porque relativamente a (pelo menos) dois deles afinal o credor será o BANCO...
- Por último e o que considero mais gritante relativamente a membros da Alta Direcção que são constituídos arguidos , não só não os suspende(como deveria fazer), se uma funcionário do Banco comete um ilícito bem menor e que não lesa o Banco em milhões de euros é imediatamente suspenso até ao terminus do processo disciplinar como é o Banco(melhor os accionistas ) que está a custear os larguíssimos milhares de euros que custa a sua defesa jurídica(...)

Privilégios dos bancos em Portugal merecem «discussão»


O Bastonário da Ordem dos Advogados (OA) defendeu hoje que a questão do BCP, BPN e do BPP deve ser objecto de «discussão pública» sobre os «privilégios dos bancos na sociedade portuguesa» e que o poder político deve ser confrontado com a situação. Pelos vistos, nenhum banco pode ir à falência porque o Estado vem salvá- lo, disse António Marinho Pinto, em entrevista à Agência Lusa, observando que, por outro lado, é preciso «ver o que se passa no submundo das instituições financeiras em Portugal», como «são usadas, que fins é que servem».O bastonário, que completa um ano de mandato, criticou as «off-shores» e o «endeusamento do segredo bancário» que, em muitos casos, servem como «instrumentos para cometer crimes« e considerou que a situação em redor dos bancos deve levar o país a reflectir sobre o assunto e o poder político a prestar esclarecimentos.
«Estão-se a descobrir podres que eram inimagináveis há meia dúzia de meses. E não é por efeito da crise. É por efeito da lógica do próprio sistema. Parece que o sistema financeiro só funciona com um pé do lado de lá da legalidade»
Segundo Marinho Pinto, os «agentes do mundo financeiro constituem uma elite com interesses próprios, comuns, com cumplicidades muitas vezes óbvias» e isto também precisa de ser «averiguado e debatido».
Questionado se em Portugal há uma Justiça para os ricos e outra para os pobres, o bastonário contrapôs que basta visitar as cadeias para constatar que «97 por cento são pessoas pobres».
«Uma senhora que furtou um pó de arroz num supermercado foi detida e julgada. Furtar ou desviar centenas de milhões de euros de um banco ainda se vai ver se é crime», disse Marinho Pinto.


Comentário:

Percebe-se mesmo que O MILLENNIUM BCP é mesmo um banco CRIMINOSO:
Não se percebe de tudo o que se passa no Millennium Bcp, mas percebe-se bem a tentativa desta Administração em ocultar a anterior pelos seguintes sinais ;
- Não desencadeou nenhuma medida judicial cautelar relativamente ao património dos antigos Administradores (ao contrário por exemplo do que está a ser feito no BPN/SLN), como ainda o que é verdadeiramente escandaloso é que está a pagar a sua defesa jurídica ; - pagou largos milhões de euros a Francisco Lacerda, António Rodrigues e Castro Henriques- jamais o deveria ter feito, devia aguardar o terminus das investigações para pagar fosse o que fosse , até porque relativamente a (pelo menos) dois deles afinal o credor será o BANCO...
- Por último e o que considero mais gritante relativamente a membros da Alta Direcção que são constituídos arguidos , não só não os suspende(como deveria fazer), se uma funcionário do Banco BCP comete um ilícito bem menor e que não lesa o Banco em milhões de euros é imediatamente suspenso até ao terminus do processo disciplinar como é o Banco(melhor os accionistas ) que está a custear os larguíssimos milhares de euros que custa a sua defesa jurídica...

Haverá dinheiro para publicidades no BCP?


BCP corta 5 milhões em publicidade e contrata Bárbara Guimarães Bárbara Guimarães é o novo rosto publicitário do banco, com o qual vai também participar em acções de comunicação com "stakeholders".
A apresentadora chega ao banco numa altura em que o BCP vai reduzir o seu orçamento publicitário em 20%.
Penso que o banco ainda se vai afundar mais.
O zé povinho sabe muito bem das famigeradas do BCP... E prova-se que a credibilidade está a desaparecer já há muito tempo no BCP... As burlas e trafulhices são elevadas no banco...
Há milhares de pessoas desgraçadas pelo banco...


Comentário:
Jardim Gonçalves... Fez as trafulhices das offshores e ainda há-de acabar a pedir uma indemnização ao Estado... E ganha-a... A CMVM multou o BCP pelas trafulhices do seu anterior Presidente, que devia ter sido ele a pagar!...
Mas não foi o Banco (ou há-de ser!... Porque recorreram!...) e logo lixam-se os accionistas... Mas se o outro fez vigarices; estes não fazem nada... Estão criando as condições para o PS comprar o Banco quando estiver a 1 cêntimo por acção...
Armando Vara, como Vice-Presidente já está lá... Veio da CGD para o BCP porque aqui ganha muito mais e fica já na calha para Presidente quando o PS comprar o BCP...
Perdão, não queria dizer PS, mas sim o Estado... Será que esta aquisição tem algo a ver com o facto de Vara e "Manuel Maria Sarilho" serem amigos? Depois digam que não há coincidências... Não basta sê-lo... É preciso sê-lo...
Afinal ainda á muita nota para deitar para o lixo!...Que tristeza de marketing... Confiança no Bcp??????? Mas isto é para os apanhados ou alguma anedota???? Que confiança pode se ter num banco que trocou os resultados trimestrais do mesmo???? Ou já esqueceram dos 12 milhões???? E por aí fora de empréstimo a familiares e amigos????????? Como queijo mas também o efeito do mesmo na dá para esquecer coisas bem recentes... Neste banco nem 1 cêntimo eu lá colocava...Não me transmite confiança alguma, a mim e a milhares de portugueses... E se não acreditam no que digo, vejam o preço que vale cada acção neste momento....Este mesmo preço é a confiança que os investidores tem neste banquinho da treta... Fernando Ulrich afirmou que tudo o que se passou no BCP "é abaixo de tudo"... GRANDE ESCÂNDALO NA BANCA Ontem no "Prós e Contras da RTP", de analistas económicos a accionistas da Soc. Lusa de Negócios passando pelos políticos ouviu-se falar em Fraude, Corrupção, Gestão danosa, abuso de confiança, associação criminosa, burla, promiscuidade com a politica...
Tudo termos utilizados com a maior naturalidade para classificar a vida das empresas ligadas ao grupo do BPN, a sociedade lusa de negócios. Incrivelmente, não há ninguém preso, não há uma única empresa fechada e o dia à dia nestas empresas continua exactamente na mesma com : Fraude, Corrupção, Gestão danosa, abuso de confiança, associação criminosa, burla, promiscuidade com a politica...
Não será difícil perceber que os negócios do BPN (aliás; já com o problema "CASO BCP" é praticamente igual, apenas com uma gigante envergadura criminosa) não terão aproveitado a todos os accionistas na mesma paridade, senão, provavelmente teríamos maiores "impuridades"...Tanto durou, durou, até que rebentou...Zangaram-se as comadres e souberam-se verdades, pelos vistos, ainda não totalmente!...Estranho, estranho, com a conivente passividade de tanta gente que diz que regula e controla (BdP,empresas de auditoria, ROC...). Administrações sem livros de actas?!... Por acaso, não havia assembleias gerais para aprovarem as contas?... Com (des)conhecimento dos accionistas?!... Para quê mais comentar, só dá mesmo é para rir!... É interessante e as grandes dúvidas que se levantam acerca dos graves? Problemas do BPN estão aí... Esta situação foi estratégica e muito bem pensada. Outros interesses ocultos se movem. Um dia teremos respostas para todas as dúvidas que neste momento andam no ar. Investiguem! Independentemente de quaisquer explicações, está à vista de todos que o Banco de Portugal falhou redondamente, e repetidamente, sendo que se revelou uma instituição totalmente politizada, e logo ao serviço deste governo. Está visto que este homem não presta, e não tem nível nem independência para prestar serviços a este nível.
Tenha vergonha nessa cara, e despeça-se já, pois o senhor é um peso muito pesado, e que não paga as suas próprias despesas.

Devido à teimosia do Governo e Millennium Bcp está-se a desgraçar o País...

O BCP ultrapassou as minhas expectativas, desde o princípio deste ano! As minhas análises eram de 0,90€ neste momento, mas já ultrapassou (para baixo) para os 086€ por acção... Parece que as acções irão baixar muito mais... O BCP é teimoso, por não querer resolver certos problemas graves que se prontificaram a resolver já há meses...
Estão muitas famílias desgraçadas e a passar fome, por este motivo... Os mercados continuam em forte queda e irão continuar... Milhares de famílias deixaram de pagar seus compromissos à banca.... Não há poder de compra... Milhares de empresas a falir... Etc...
A crise é tão grande, que se devia fechar os mercados!...
O Deutsche Bank baixou ontem o preço-alvo para os títulos do Millennium bcp de 1,00 euro para os 90 cêntimos, na sequência da revisão em baixa das previsões de lucro por acção para o banco privado português, mantendo inalterada a sua recomendação de 'vender' Todos sabemos que enquanto o BCP não resolver urgentemente os problemas dos lesados do "Caso BCP 2000/2001", jamais haverá sossego financeiro em Portugal...


Comentário:
Como resistirá uma democracia a este vendaval de desemprego que nos devasta? Os alicerces nos quais assenta o equilíbrio social estão a ser seriamente sacudidos. Segundo o "Diário de Notícias" de anteontem, pelo menos 23 mil famílias portuguesas deixaram de pagar os empréstimos contraídos, para compra de casa, por absoluta indisponibilidade. A maioria dessas famílias recolheu-se à residência paterna ou abandonou a cidade pela aldeia, onde a vida é menos dispendiosa.
Para memória dos factos, circula, na net, uma lista impressionante dos vencimentos de "gestores", (ex. Jardim Gonçalves, Paulo Teixeira Pinto, Filipe Pinhal, Christopher de Beck, Alípio Dias, António Rodrigues, Bastos Gomes, etc) mordomias e prémios. Os números são "obscenos", para citar a indignada qualificação do dr. Bagão Félix, quando foi tornada pública a "reforma" de um desses...

A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) condenou o Banco Comercial Português ao pagamento de uma coima de 3 milhões de euros por um tota



No entanto, o regulador deliberou a suspensão parcial da execução de 2,5 milhões de euros da coima aplicada se o banco indemnizar os clientes prejudicados nas campanhas accionistas de 2000 e 2001.
A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) condenou o Banco Comercial Português ao pagamento de uma coima de 3 milhões de euros por um total de 100 sanções. No entanto, o regulador deliberou a suspensão parcial da execução de 2,5 milhões de euros da coima aplicada se o banco indemnizar os clientes prejudicados nas campanhas accionistas de 2000 e 2001.
A CMVM deliberou aplicar uma coisa de 3 milhões de euros ao BCP pelas infracções de intermediação excessiva, conflito de interesses, dever de conservadoria e qualidade da informação. No total, a CMVM aplicou 100 sanções ao BCP, que totalizavam 5,655 milhões de euros, no entanto, o regulador decidiu “proceder ao cúmulo jurídico das 100 sanções e condenar o arguído numa coima única no montante de 3 milhões de euros”. O organismo liderado por Carlos Tavares decidiu proceder à suspensão parcial da execução de 2,5 milhões de euros da coima aplicada, pelo prazo de dois anos, por considerar que a execução parcial da multa “realiza de forma adequada e suficiente as finalidades da punição, desde que verificadas as condições estabelecidas”. A CMVM justifica a decisão de aplicar a suspensão parcial da execução da coima com a “política assumida pelo actual conselho de administração do arguido”, que enviou a clientes seus uma proposta de Convenção de Mediação tendente ao ressarcimento de eventuais danos; ao facto de no aumento de capital realizado este ano não terem sido detectados “indícios de comportamentos idênticos aos que constituem objecto do presente processo” e à obrigação da sua actividade sancionatória ter “em conta a protecção de investidores concretos”. A suspensão parcial da execução da coima fica condicionada a duas condições:

Condição 1: O BCP, no prazo de 60 dias a contar da data da notificação da presente decisão tem que comunicar à CMVM; o universo total de clientes/accionistas destinatários das Campanhas Accionistas "Millennium bcp" de 2000 e 2001 que manifestaram pretensões indemnizadoras contra o arguído que ainda não tenham sido satisfeitas.
Condição 2: No prazo de um ano a contar da notificação da presente decisão, se verifiquem cumulativamente os seguintes requisitos:
1 - Ressarcimento efectivo pelo arguido dos clientes/accionistas, identificados nos termos da condição 1, pelos danos apresentados no processo de mediação, salvo se a proposta do mediador for recusada pelo cliente/accionista ou se este desistir do procedimento de mediação;
2 - Ressarcimento efectivo pelo arguido da maioria dos clientes/pequenos accionistas identificados nos termos da condição 1 que, não tendo sido abrangidos pelo processo de mediação, devam ser tratados em termos equivalentes por razões de equidade;
3 - O arguido comunique à CMVM as situações de ressarcimento efectivo, acompanhadas dos respectivos documentos comprovativos. A CMVM refere que a suspensão parcial da coima pode ser prorrogada, a pedido do arguído, por um máximo de mais seis meses, desde que, em requerimento fundamentado, este demonstre a necessidade de mais tempo para proceder às indemnizações devidas. Se qualquer das condições impostas pela CMVM não for preenchida nos prazos definidos, a suspensão fica sem efeito e o regulador procede à execução da integralidade da sanção aplicada.

COMENTÁRIOS:
anlopes
Afinal é isto a "JUSTIÇA" Qual foi o montante arrecadado pelo BCP????? Criminalmente quais vão ser os "PASSOS" seguintes. Quem são os senhores (?????) que vão para a "CADEIA" ou será que tudo isto vai ser "BRANQUEADO?????" Se assim for, vamos ter desunião em Portugal. Pois para uns é uma Lei e para outros existe outra Lei. Depois acham "esquisito" os problemas da Quinta do Mocho da Quinta da Fonte, enfim de um País que começamos a não compreender por mais que nos esforçamos. Estamos à beira de um "Conflito Interno", onde todo o "espertalhaço" se serve e os honestos e os trabalhadores são enganados, roubados e explorados. Dizem-me ser isto a DEMOCRACIA. Só que a Democracia é sobretudo um Estado de Direito. Os Investidores "BCP enganados" querem JUSTIÇA. Ou será que a Procuradoria Geral da Republica não vai AGIR. ????? A multa da CMVM foi muito "BRANDA". Agora com o dinheiro dos pequenos accionistas vão "gastar" com os advogados para "passar o sol pela peneira". HAJA DECORO, HONESTIDADE E RESPEITO PELA VIDA HUMANA. OU SEJA PELOS VERDADEIROS HOMENS.

jomera - Multa ao BCP?
Quando se multa o BCP os mais penalizados são os pequenos accionistas, os funcionários e os clientes. São estes que sofrem! Os funcionários são os primeiros e os pequenos accionistas vêm a seguir. Uns são logo pressionados a trabalhar mais, os outros vêm as suas expectativas futuras esfumar-se. AGORA, ouvi dizer que houve pelo menos um admnistrador que saíu com uma indemnização de 10 MILHÕES DE EUROS, outros sairam com reformas e prèmios de gestão do último ano de não-sei-quantos milhões. Mas que é isto? Quando corre bem açambarca-se ao máximo e quando corre mal sacode-se a água do capote? Pensam que o povo é ESTÚPIDO, não, o povo não é estúpido. O povo é SERENO, mas isto vai-se acabar. Melhor dizendo ACABOU. ESTAMOS FARTOS. Se não houver responsabilidades individuais, vocês vão ver. Preparem-se: assaltos, raptos dos filhos dos ricos, tumultos sociais. ESTAMOS FARTOS DISTO, se é para roubar, há que distribuir por todos e não sempre aos mesmos ricaços da treta. VENCEREMOS.

Litígio entre BCP e pequenos investidores sanado até aos fins de Março 2009

O processo de mediação destinado a pôr fim ao litígio entre o Banco Comercial Português (BCP) e os pequenos investidores que adquiriram acções do banco nos aumentos de capital de 2000 e 2001 (Campanha Accionista Millennium Bcp) deverá estar concluído, no máximo, até ao final do primeiro trimestre do próximo ano.

O processo de mediação destinado a pôr fim ao litígio entre o Banco Comercial Português (BCP) e os pequenos investidores que adquiriram acções do banco nos aumentos de capital de 2000 e 2001 deverá estar concluído, no máximo, até ao final do primeiro trimestre do próximo ano.

As conversações entre as partes, mediadas pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), têm início já em Agosto e o objectivo do supervisor é ter o processo concluído até final de Março de 2009.

CMVM entrega na PGR relatório final que indicia crime de manipulação de mercado...


O presidente da CMVM, Carlos Tavares, entregou hoje na Procuradoria-geral da República (PGR) o relatório final sobre as averiguações referentes ao “CASO BCP”, onde resume todas as provas que indiciam crime de manipulação de mercado.


Seis meses depois de iniciadas as investigações da entidade reguladora, despoletadas na sequência de denúncias de investidores sobre casos de aquisição de acções próprias do BCP através de sociedades sedeadas em “off-shores” detidas pelo próprio banco, Carlos Tavares reuniu-se hoje com o Procurador-geral da República, Pinto Monteiro, para lhe entregar o dossier final.

Contactada pelo Jornal de Negócios, a PGR confirmou a recepção do relatório e comunicou que o processo seguirá para o Departamento de Investigação e Acção Penal “para competente investigação”...

BCP recorre à mediação da CMVM para resolver litígios com pequenos investidores...


Aumentos de capital de 2000 e 2001..

O Banco Comercial Português vai propor aos pequenos investidores a resolução dos litígios emergentes da subscrição dos aumentos de capital em dinheiro realizados pelo banco, nos anos 2000 e 2001, através de um procedimento de mediação organizado pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), revelou a instituição financeira em comunicado.
O Banco Comercial Português vai propor aos pequenos investidores a resolução dos litígios emergentes da subscrição dos aumentos de capital em dinheiro realizados pelo banco, nos anos 2000 e 2001, através de um procedimento de mediação organizado pela
Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), revelou a instituição financeira em comunicado.
Segundo a mesma fonte, o Conselho de Administração Executivo informou, no decurso da última Assembleia Geral, que iria propor aos pequenos investidores a resolução de eventuais litígios.

Neste contexto, a actual proposta “é dirigida aos investidores que tenham apresentado reclamação ao BCP, ao Provedor do Cliente do BCP, ao Banco de Portugal ou à CMVM ou que tenham proposto acção judicial contra o BCP ou reconvindo em acção judicial proposta pelo BCP”.
A proposta é a estes dirigida desde que, cumulativamente, no conjunto dos dois aumentos de capital, tenham subscrito até 25 mil acções do BCP, com recurso à concessão de crédito pelo BCP ; nos três anos anteriores ao início da subscrição tivessem, directa ou indirectamente, menos de (indicativamente) 20% do seu património aplicado em acções emitidas por quaisquer sociedades anónimas e, por fim, em consequência da subscrição de acções nos aumentos de capital em dinheiro realizados pelo BCP em 2000 e 2001, tenham passado a deter mais de (indicativamente) 25% do seu património em acções do BCP, explica o comunicado.

A mesma fonte acrescenta que, para aceitar este procedimento, “cada investidor que se considere incluído no âmbito das condições expressas no parágrafo anterior deve, até ao dia 28 de Julho, assinar uma proposta de Convenção de Mediação, a qual será igualmente assinada pelo BCP e depois entregue na CMVM”.